Se eu pudesse eu gritaria, mas choro. Porque é o que nós fazemos quando não temos mais voz. Derramo ultimamente diversas lágrimas silenciosas e ácidas. Vomito diversas palavras procurando amenizar a dor. É mafioso falar de dor, ela parece o pior sentimento existente e o mais presente também. Tem vezes que ela parece doce, posso assimilar mais um adjetivo pra ela então: hipócrita. Ando de olhos vendados o tempo inteiro, sem ver pra onde estou indo, sem perceber o que estou fazendo. Uma hora as vendas caem e a realidade me traz a sensação horrorosa de perca, desprezo e humilhação. O que estranho é como uma realidade pode ser pior que a outra, como uma queda pode ser maior que a própria. E enquanto isso tento adormecer e minhas noites parecem assombrosas, os meus dias nebulosos. Como se eu estivesse diante de uma rotineira neblina, e tentasse me desfazer da fumaça pois meus pulmões estão prestes a explodir. Vivo num mundo onde cada dia não é apenas um. Vou empurrando toda sujeira desse mundo pra um canto onde tento esconder-me e desfazer-me das tais. Mas não é possível, porque no fim quanto mais nos movemos e tentamos nos escondemos e mais imundos ficamos.

Se eu pudesse eu gritaria, mas choro. Porque é o que nós fazemos quando não temos mais voz. Derramo ultimamente diversas lágrimas silenciosas e ácidas. Vomito diversas palavras procurando amenizar a dor. É mafioso falar de dor, ela parece o pior sentimento existente e o mais presente também. Tem vezes que ela parece doce, posso assimilar mais um adjetivo pra ela então: hipócrita. Ando de olhos vendados o tempo inteiro, sem ver pra onde estou indo, sem perceber o que estou fazendo. Uma hora as vendas caem e a realidade me traz a sensação horrorosa de perca, desprezo e humilhação. O que estranho é como uma realidade pode ser pior que a outra, como uma queda pode ser maior que a própria. E enquanto isso tento adormecer e minhas noites parecem assombrosas, os meus dias nebulosos. Como se eu estivesse diante de uma rotineira neblina, e tentasse me desfazer da fumaça pois meus pulmões estão prestes a explodir. Vivo num mundo onde cada dia não é apenas um. Vou empurrando toda sujeira desse mundo pra um canto onde tento esconder-me e desfazer-me das tais. Mas não é possível, porque no fim quanto mais nos movemos e tentamos nos escondemos e mais imundos ficamos.

31/03/2012 @ 11:12
E não importa o quanto a minha cabeça grite que eu vou sofrer, que eu vou me ferrar no meio dessa nossa história louca, eu só quero fazer o certo pelo menos uma vez na vida. Eu ouvi da sua boca as palavras mais lindas, e como retórica singela, te ofereci as minhas palavras mais cruéis. Eu afastei as tuas mãos das minhas, olhei no fundo dos teus olhos e te disse tudo o que eu não queria. Assim eu espero que você vá embora, e junto com você leve essa parte de mim que é totalmente dependente de você. Leve os planos que te incluíam, os mimos, os sonhos, as vontades, os apelidos, os chamegos. E daí se doer mil vezes? Vai embora de uma vez, finge que não está vendo, por favor, por nós. Distantes nós podemos ser mais. Juntos somos como veneno um para o outro. Entenda, eu te amo tanto que não sei por onde vai todo esse amor, não sei o rumo que ele toma. É maior, é superior, é de verdade. É tudo. Eu preciso lembrar como é viver sem você e todo o seu cuidado, eu preciso te libertar dessa prisão que a minha indecisão te põe. Eu preciso ver você ir embora e ver que tudo é absolutamente melhor sem mim por perto. Vai, vai de uma vez. Cresce, brilha, mostra pro mundo essa pessoa maravilhosa que você é. Vou te aplaudir de longe, com todo esse amor que tem aqui dentro de mim. E se eu chorar, acredite, vão ser as lágrimas que mais vão valer à pena. Eu te amo, se cuida. E se não der, eu te cuido, de longe, mas te cuido.

E não importa o quanto a minha cabeça grite que eu vou sofrer, que eu vou me ferrar no meio dessa nossa história louca, eu só quero fazer o certo pelo menos uma vez na vida. Eu ouvi da sua boca as palavras mais lindas, e como retórica singela, te ofereci as minhas palavras mais cruéis. Eu afastei as tuas mãos das minhas, olhei no fundo dos teus olhos e te disse tudo o que eu não queria. Assim eu espero que você vá embora, e junto com você leve essa parte de mim que é totalmente dependente de você. Leve os planos que te incluíam, os mimos, os sonhos, as vontades, os apelidos, os chamegos. E daí se doer mil vezes? Vai embora de uma vez, finge que não está vendo, por favor, por nós. Distantes nós podemos ser mais. Juntos somos como veneno um para o outro. Entenda, eu te amo tanto que não sei por onde vai todo esse amor, não sei o rumo que ele toma. É maior, é superior, é de verdade. É tudo. Eu preciso lembrar como é viver sem você e todo o seu cuidado, eu preciso te libertar dessa prisão que a minha indecisão te põe. Eu preciso ver você ir embora e ver que tudo é absolutamente melhor sem mim por perto. Vai, vai de uma vez. Cresce, brilha, mostra pro mundo essa pessoa maravilhosa que você é. Vou te aplaudir de longe, com todo esse amor que tem aqui dentro de mim. E se eu chorar, acredite, vão ser as lágrimas que mais vão valer à pena. Eu te amo, se cuida. E se não der, eu te cuido, de longe, mas te cuido.

3/03/2012 @ 09:44
Só seguirei minha vida, quando você seguir a sua. Dói falar assim, porque parece que você já passou a seguir a sua faz é tempo, e mesmo assim eu ainda penso. Penso e não penso, penso quando não quero pensar, não penso quando me distraem. Um outro alguém pra mim, um outro alguém pra você, como se isso fosse possível pra mim. É claro que é, mas agora não. Agora eu só estou sentindo os sintomas da perda, e isso dói, isso corrói, isso destrói. Destrói cada vez mais, pois já estou quase no ponto mais vulnerável. Foi isso que me deixou fraca, o início e o fim, do início ao fim.

Só seguirei minha vida, quando você seguir a sua. Dói falar assim, porque parece que você já passou a seguir a sua faz é tempo, e mesmo assim eu ainda penso. Penso e não penso, penso quando não quero pensar, não penso quando me distraem. Um outro alguém pra mim, um outro alguém pra você, como se isso fosse possível pra mim. É claro que é, mas agora não. Agora eu só estou sentindo os sintomas da perda, e isso dói, isso corrói, isso destrói. Destrói cada vez mais, pois já estou quase no ponto mais vulnerável. Foi isso que me deixou fraca, o início e o fim, do início ao fim.

25/01/2012 @ 08:41
Sei que ele não sabe, que não tem nenhuma noção do quanto ainda o amo. Do quanto dói não saber o que fazer por ter as mãos atadas, e por tê-lo sempre tão longe da minha realidade. Os bons tempos parecem se aproximar e ainda assim é difícil, porque nunca chega, sempre está por vir. Ele sabe bem o que eu senti durante todo aquele tempo, não ousaria duvidar sequer de uma palavra. Jamais pude sentir algo tão verdadeiro, tão forte por alguém. Nunca imaginei que diria a alguém que minha vida não faria sentido algum sem ela, como disse a ele. E foram tantas coisas ditas, tantas promessas ainda não cumpridas e que talvez nunca sejam. Essa incerteza é tão normal, é tão comum dizer sempre aquele velho “Se”. Se nós dermos certo, se conseguirmos fazer valer, se conseguirmos cumprir tudo. Não sei se faria de tudo, ou se não saberia o que fazer, a única certeza é que ainda o tenho comigo, que eu fecho os olhos pra não pensar e ele aparece nos meus pensamentos de qualquer jeito. Mal sabe o quanto o quero cuidar, o quanto sempre quis poder fazer mais do que fiz. Ele não sabe de tudo, talvez o machucaria saber que agora tenho medo, que me falta a coragem de antes. Ele não sabe que dói não poder dizer tudo, não dizer que é exatamente como antes, porque não é. E se interpretasse errado? E se achasse que morreu tudo o que tinha de tão vivo dentro de mim? Realmente não o quero fazer sofrer como ele me fez quando tomou aquela decisão tão impulsiva, tão errada e quem sabe, tão certa pra nós. Mas continuo achando que ele poderia ter tentado um pouco mais, que eu não era tão pouco pra ser deixada de lado quando menos esperava. Sei que existe algo que o machuca ainda por dentro, que não só o amor, mas o arrependimento de não ter tentado mais uma vez, o deixa confuso. Sei do filme que passa em sua cabeça, das mágoas que tem e do que sofre por também não ter o que fazer. Agora ainda mais distante de dar certo e mais perto, SE tudo der certo. E SE não der? E SE tudo for por água abaixo? E SE eu não puder fazer mais nada pra o trazer até mim? O que o machuca, me machuca. O que o corrói todos os dias, me corrói da mesma maneira. O que o deixa sufocado e sem saída, é o que também me deixa. E tudo isso porque desde sempre e TALVEZ para sempre, estamos ligados, e tudo o que ele vier a sentir, sentirei, tudo o que eu sentir, ele sentirá. Não importa o quanto nós tentemos ou o quanto o tempo passe e queira mudar tudo, tudo permanecerá quase igual. Pelo menos o sentimento estará intacto e nos machucando, nos dando aquele fio de esperança. Nada mais é do que a história de dois bobos apaixonados, dois sonhadores que não se cansam de lutar ainda quando suas forças estão praticamente esgotadas. É quase como cair e levantar todos os dias, sorrir e chorar incansavelmente. Sempre meu menino, sempre foi depois de todos os meses que passaram. Injusto, mas real. Quase impossível, mas quase. Mata, mas não totalmente. Tira toda a força, mas nos dá ainda mais dela. Eu queria que ele escutasse o que penso, o que digo quando ele nunca pode ouvir. Queria que soubesse que ainda estamos ligados de uma maneira tão forte que ele mal pode imaginar. Que cada vez que diz que me ama, meu corpo estremece como foi desde o princípio. E sempre que eu puder, o ajudarei a caminhar, a seguir em frente, seja em direção a mim ou não. Eu o deixarei viver e sorrir, com ou sem mim.                            

Sei que ele não sabe, que não tem nenhuma noção do quanto ainda o amo. Do quanto dói não saber o que fazer por ter as mãos atadas, e por tê-lo sempre tão longe da minha realidade. Os bons tempos parecem se aproximar e ainda assim é difícil, porque nunca chega, sempre está por vir. Ele sabe bem o que eu senti durante todo aquele tempo, não ousaria duvidar sequer de uma palavra. Jamais pude sentir algo tão verdadeiro, tão forte por alguém. Nunca imaginei que diria a alguém que minha vida não faria sentido algum sem ela, como disse a ele. E foram tantas coisas ditas, tantas promessas ainda não cumpridas e que talvez nunca sejam. Essa incerteza é tão normal, é tão comum dizer sempre aquele velho “Se”. Se nós dermos certo, se conseguirmos fazer valer, se conseguirmos cumprir tudo. Não sei se faria de tudo, ou se não saberia o que fazer, a única certeza é que ainda o tenho comigo, que eu fecho os olhos pra não pensar e ele aparece nos meus pensamentos de qualquer jeito. Mal sabe o quanto o quero cuidar, o quanto sempre quis poder fazer mais do que fiz. Ele não sabe de tudo, talvez o machucaria saber que agora tenho medo, que me falta a coragem de antes. Ele não sabe que dói não poder dizer tudo, não dizer que é exatamente como antes, porque não é. E se interpretasse errado? E se achasse que morreu tudo o que tinha de tão vivo dentro de mim? Realmente não o quero fazer sofrer como ele me fez quando tomou aquela decisão tão impulsiva, tão errada e quem sabe, tão certa pra nós. Mas continuo achando que ele poderia ter tentado um pouco mais, que eu não era tão pouco pra ser deixada de lado quando menos esperava. Sei que existe algo que o machuca ainda por dentro, que não só o amor, mas o arrependimento de não ter tentado mais uma vez, o deixa confuso. Sei do filme que passa em sua cabeça, das mágoas que tem e do que sofre por também não ter o que fazer. Agora ainda mais distante de dar certo e mais perto, SE tudo der certo. E SE não der? E SE tudo for por água abaixo? E SE eu não puder fazer mais nada pra o trazer até mim? O que o machuca, me machuca. O que o corrói todos os dias, me corrói da mesma maneira. O que o deixa sufocado e sem saída, é o que também me deixa. E tudo isso porque desde sempre e TALVEZ para sempre, estamos ligados, e tudo o que ele vier a sentir, sentirei, tudo o que eu sentir, ele sentirá. Não importa o quanto nós tentemos ou o quanto o tempo passe e queira mudar tudo, tudo permanecerá quase igual. Pelo menos o sentimento estará intacto e nos machucando, nos dando aquele fio de esperança. Nada mais é do que a história de dois bobos apaixonados, dois sonhadores que não se cansam de lutar ainda quando suas forças estão praticamente esgotadas. É quase como cair e levantar todos os dias, sorrir e chorar incansavelmente. Sempre meu menino, sempre foi depois de todos os meses que passaram. Injusto, mas real. Quase impossível, mas quase. Mata, mas não totalmente. Tira toda a força, mas nos dá ainda mais dela. Eu queria que ele escutasse o que penso, o que digo quando ele nunca pode ouvir. Queria que soubesse que ainda estamos ligados de uma maneira tão forte que ele mal pode imaginar. Que cada vez que diz que me ama, meu corpo estremece como foi desde o princípio. E sempre que eu puder, o ajudarei a caminhar, a seguir em frente, seja em direção a mim ou não. Eu o deixarei viver e sorrir, com ou sem mim.                            

23/01/2012 @ 02:10
Viver assim não é tão fácil, aliás, é muito mais difícil do que parece. Aos  olhos da oposição, apenas críticas e ironias. A quem vive, apenas dor e  muita força. Ser julgado por algo que não é errado. Afinal, desde quando  amar não é certo? O amor vai muito além de contato físico. Vai muito  além de ter uma aliança nas mãos e sair 24 horas por dia juntos. O amor  tem lá suas variadas formas, formas que muitas vezes são vistas como  ilusão. Ilusão é diferente de sonho, é preciso manter os pés no chão,  mas nem por isso deixar de voar. Não quero falar de qualquer história,  também não me encanta qualquer amor. Eu falo de amor sincero, de amor  que supera, de amor que luta, de amor que espera. Falo de amor que não  se encontra em qualquer lugar, falo daquele raro, com muita dor e  verdade. Acordar todos os dias com a mesma certeza, com o mesmo desejo.  Chorar pelo mesmo motivo, há tanto tempo. Parece irreal, mas é o amor a  distância o que mais nos mostra como é dura e injusta a realidade. Se  imagine todas as noites perdendo o sono em busca de uma solução,  sonhando acordada e sorrindo com lágrimas nos olhos ao imaginar momentos  de abraço, beijos e carinhos tão esperados. Pessoas como eu, que vivem  histórias assim, sabem mais do que ninguém o valor e a falta que faz um  olhar, o valor que há em sentir o cheiro da pessoa que se ama, do beijo, o  toque. Assim como sabem o valor que existe em alguém que te ama tanto ao ponto  de passar por cima de preconceitos, barreiras e da necessidade física.  Não é em qualquer lugar que se encontram pessoas que se amam assim. Que  sofrem tanto com a falta, ao ponto de só poder dizer nas horas piores  ‘fecha os olhos e sente meu abraço’, por não ter outra opção. Hoje sim  eu sei dizer o que é amor. É respeitar, esperar, querer bem, é sonhar  juntos, é sofrer mas não querer esquecer, é correr riscos. Virtual é uma palavra tão pequena e fútil que pessoas sem conhecimento  algum sobre, usam pra descrever histórias de amor assim. Apesar de toda a  dificuldade, de lutar contra todos os quilômetros, eu persisto, sei que  vale a pena. Desistir é algo que não existe pra mim, só desistem os  fracos, e esse amor mais do que nunca me mostrou o quanto sou forte. Amor feito pra durar, eu sei disso.        

Viver assim não é tão fácil, aliás, é muito mais difícil do que parece. Aos olhos da oposição, apenas críticas e ironias. A quem vive, apenas dor e muita força. Ser julgado por algo que não é errado. Afinal, desde quando amar não é certo? O amor vai muito além de contato físico. Vai muito além de ter uma aliança nas mãos e sair 24 horas por dia juntos. O amor tem lá suas variadas formas, formas que muitas vezes são vistas como ilusão. Ilusão é diferente de sonho, é preciso manter os pés no chão, mas nem por isso deixar de voar. Não quero falar de qualquer história, também não me encanta qualquer amor. Eu falo de amor sincero, de amor que supera, de amor que luta, de amor que espera. Falo de amor que não se encontra em qualquer lugar, falo daquele raro, com muita dor e verdade. Acordar todos os dias com a mesma certeza, com o mesmo desejo. Chorar pelo mesmo motivo, há tanto tempo. Parece irreal, mas é o amor a distância o que mais nos mostra como é dura e injusta a realidade. Se imagine todas as noites perdendo o sono em busca de uma solução, sonhando acordada e sorrindo com lágrimas nos olhos ao imaginar momentos de abraço, beijos e carinhos tão esperados. Pessoas como eu, que vivem histórias assim, sabem mais do que ninguém o valor e a falta que faz um olhar, o valor que há em sentir o cheiro da pessoa que se ama, do beijo, o toque. Assim como sabem o valor que existe em alguém que te ama tanto ao ponto de passar por cima de preconceitos, barreiras e da necessidade física. Não é em qualquer lugar que se encontram pessoas que se amam assim. Que sofrem tanto com a falta, ao ponto de só poder dizer nas horas piores ‘fecha os olhos e sente meu abraço’, por não ter outra opção. Hoje sim eu sei dizer o que é amor. É respeitar, esperar, querer bem, é sonhar juntos, é sofrer mas não querer esquecer, é correr riscos. Virtual é uma palavra tão pequena e fútil que pessoas sem conhecimento algum sobre, usam pra descrever histórias de amor assim. Apesar de toda a dificuldade, de lutar contra todos os quilômetros, eu persisto, sei que vale a pena. Desistir é algo que não existe pra mim, só desistem os fracos, e esse amor mais do que nunca me mostrou o quanto sou forte. Amor feito pra durar, eu sei disso.        

23/01/2012 @ 02:10
Até que ponto mudar é algo positivo? É disso que vivo me questionando.   Obviamente é muito mais fácil alguém vir dizer que você mudou, do que   você mesmo se dar conta, principalmente quando se trata de uma mudança   “negativa”. É muito provável que você não enxergue isso com facilidade,   inclusive porque nem todos aceitam críticas. Curioso saber que pra   corrigir uma mudança, você tem justamente que mudar. Se alguém te diz   que você é outra pessoa, que está muito melhor do que antes, é óbvio que   você vai gostar. Se alguém te diz que você mudou pra pior e que   constantemente está errando, você não vai gostar tanto de ouvir e vai  preferir dizer por aí que tal pessoa só sabe te criticar e mais nada. E é  aí que você erra novamente. Por que não parar pra pensar e ver se não   está cego diante de suas próprias atitudes? Mudar nem sempre é algo   maravilhoso e isso já ficou claro, existem mudanças de diversos tipos e   milhares de situações. É mudando que ganhamos e perdemos amigos, é   mudando que caímos e subimos na vida, é tudo tão relativo. Jamais feche   os olhos as críticas, e jamais deixe que os elogios também te subam a   cabeça. Quem te avisa, te quer bem, e quem acha que tem muitos amigos,   aí sim, tem poucos. Prefira alguém que te critique, que brigue com você e   que te diga quando está errado, do que preferir alguém que só te faz   rir e dizer em todas as horas “você está certo, eu estou do seu lado.”   Nem sempre essa pessoa vai estar realmente do seu lado, e é isso que   você não pode deixar de ver. Se permita enxergar que muitas coisas vão   além do que você vê, e não deixe que suas atitudes te façam ser menos do   que é, procure crescer em qualquer situação. Olhe sempre os dois  lados,  e escute também os dois lados. Quando estiver julgando muito  alguém, reflita realmente sobre o mesmo, e por que não conversar?  Converse, exponha sua opinião, sem temer que a pessoa que você tanto   julga venha a te convencer de que você está errado. Assim como é  bom  poder provar a alguém que ele está errado, é bom reconhecer o erro,  não  é? Agora pergunte a si mesmo quantas vezes você ja julgou  alguém sem  conhecer, ou quantas vezes falou mal de alguém e dizia de  boca cheia que  odeia pessoas que falam mal dos outros. É do ser humano  criticar quem  lhe critica, mas tudo na medida certa, e tudo dependendo  da situação de  cada um. Na vida você terá que aprender a lidar com  todas as coisas que  nem imagina que irá viver, coisas que chegam quando  você menos espera.  São decepções, erros, momentos de felicidade  extrema inesperados,  amores, e terá que lidar com as mudanças o tempo  todo. Mude de opiniões,  mude na vida, mude até onde não for prejudicial  as pessoas ao seu redor  e a você mesmo. Existem coisas que você não  pode mudar nunca, não pode e não deve.  Sua personalidade e seu caráter  são exemplos disso. E há algo que você não pode perder: sua essência.  Você tem controle da sua própria mente, pense nisso, e pense antes de  julgar alguém. Você pode estar errado.           

Até que ponto mudar é algo positivo? É disso que vivo me questionando. Obviamente é muito mais fácil alguém vir dizer que você mudou, do que você mesmo se dar conta, principalmente quando se trata de uma mudança “negativa”. É muito provável que você não enxergue isso com facilidade, inclusive porque nem todos aceitam críticas. Curioso saber que pra corrigir uma mudança, você tem justamente que mudar. Se alguém te diz que você é outra pessoa, que está muito melhor do que antes, é óbvio que você vai gostar. Se alguém te diz que você mudou pra pior e que constantemente está errando, você não vai gostar tanto de ouvir e vai preferir dizer por aí que tal pessoa só sabe te criticar e mais nada. E é aí que você erra novamente. Por que não parar pra pensar e ver se não está cego diante de suas próprias atitudes? Mudar nem sempre é algo maravilhoso e isso já ficou claro, existem mudanças de diversos tipos e milhares de situações. É mudando que ganhamos e perdemos amigos, é mudando que caímos e subimos na vida, é tudo tão relativo. Jamais feche os olhos as críticas, e jamais deixe que os elogios também te subam a cabeça. Quem te avisa, te quer bem, e quem acha que tem muitos amigos, aí sim, tem poucos. Prefira alguém que te critique, que brigue com você e que te diga quando está errado, do que preferir alguém que só te faz rir e dizer em todas as horas “você está certo, eu estou do seu lado.”  Nem sempre essa pessoa vai estar realmente do seu lado, e é isso que você não pode deixar de ver. Se permita enxergar que muitas coisas vão além do que você vê, e não deixe que suas atitudes te façam ser menos do que é, procure crescer em qualquer situação. Olhe sempre os dois lados, e escute também os dois lados. Quando estiver julgando muito alguém, reflita realmente sobre o mesmo, e por que não conversar? Converse, exponha sua opinião, sem temer que a pessoa que você tanto julga venha a te convencer de que você está errado. Assim como é bom poder provar a alguém que ele está errado, é bom reconhecer o erro, não é? Agora pergunte a si mesmo quantas vezes você ja julgou alguém sem conhecer, ou quantas vezes falou mal de alguém e dizia de boca cheia que odeia pessoas que falam mal dos outros. É do ser humano criticar quem lhe critica, mas tudo na medida certa, e tudo dependendo da situação de cada um. Na vida você terá que aprender a lidar com todas as coisas que nem imagina que irá viver, coisas que chegam quando você menos espera. São decepções, erros, momentos de felicidade extrema inesperados, amores, e terá que lidar com as mudanças o tempo todo. Mude de opiniões, mude na vida, mude até onde não for prejudicial as pessoas ao seu redor e a você mesmo. Existem coisas que você não pode mudar nunca, não pode e não deve.  Sua personalidade e seu caráter são exemplos disso. E há algo que você não pode perder: sua essência. Você tem controle da sua própria mente, pense nisso, e pense antes de julgar alguém. Você pode estar errado.           

23/01/2012 @ 02:09
Pessoas andam dizendo por aí que mudei muito. Não falo tanto, não me abro tanto e isso parece incomoda-las. Não consigo ver em mim mudanças incertas, posso estar um pouco mais cética do que antes, mas ainda sou a mesma pessoa aberta e acolhedora de sempre. Não entendo, quanto mais você se abre mais te julgam, acho que é disso que elas sentem falta, de julgar e subestimar a vida alheia. —
23/01/2012 @ 02:09
Era uma vez  uma menina que sabia o que queria. Mas, infelizmente não sabia o que  sentir. Vivia em seus sonhos rodeada de encantos e poesia. Queria  escrever. Queria se encontrar. Queria saber o que pensar do futuro. Mas o  futuro estava tão confuso que ela consequentemente escolheu viver.  Viveu alegrias, viveu a paz. Seu mundo era perfeito, até o momento em  que ela acordava e percebia que não se pode viver apenas de sonhos. Foi  então, que ela resolveu realizar. Seu mundo estava mais próximo da  realidade. Mas a sua realidade era diferente de todos ao seu redor. Ela  sonhava. E mesmo diante de tanta dor… continuava sonhando. Consertava o  mundo do seu jeito, vivia além da perfeição, que aqueles ao seu redor,  não enxergavam. Todos tentavam a fazer acordar: “Acorda pequena menina! A  vida não é assim. Pare de se iludir.” E era nesses momentos que ela  acreditava mais ainda nos seus sonhos. Aquela pequena menina, virou  pequena mulher. E sua mente, ainda era do mesmo jeito que antes, a única  diferença, era que ela parecia mais doce. Parecia mais madura. Madura o  suficiente para sorrir diante de cada tropeço. Ela era um doce, parecia  que tinha sido criada “à medida”, cada ingrediente na medida certa.  Para a fazer tão pura, tão doce, e tão vivida assim. Parecia que havia  vivido seus maiores pesadelos, mas quem a julgava dizia que ela era  feita de sonhos. Ela acreditava que era apenas um dom. Poucos esses que o  conheciam. A menina foi crescendo, mergulhada em seus encantos, vivia  cada dia como se tudo fosse um conto de fadas. Tranquila, porém, atenta.  Sonhadora, porém, realista. Alegre, porém, vivida. Ah, essa pequena  menina-mulher não é tão velha, não é tão nova. Seu único  segredo era viver. (…) Era uma vez uma pequena menina-mulher que cresceu,  continua crescendo, vive em sonhos, e que apesar de não conseguir  adivinhar o futuro, acredita que de tanto sonhar, um dia tudo isso irá  se tornar realidade.  

Era uma vez uma menina que sabia o que queria. Mas, infelizmente não sabia o que sentir. Vivia em seus sonhos rodeada de encantos e poesia. Queria escrever. Queria se encontrar. Queria saber o que pensar do futuro. Mas o futuro estava tão confuso que ela consequentemente escolheu viver. Viveu alegrias, viveu a paz. Seu mundo era perfeito, até o momento em que ela acordava e percebia que não se pode viver apenas de sonhos. Foi então, que ela resolveu realizar. Seu mundo estava mais próximo da realidade. Mas a sua realidade era diferente de todos ao seu redor. Ela sonhava. E mesmo diante de tanta dor… continuava sonhando. Consertava o mundo do seu jeito, vivia além da perfeição, que aqueles ao seu redor, não enxergavam. Todos tentavam a fazer acordar: “Acorda pequena menina! A vida não é assim. Pare de se iludir.” E era nesses momentos que ela acreditava mais ainda nos seus sonhos. Aquela pequena menina, virou pequena mulher. E sua mente, ainda era do mesmo jeito que antes, a única diferença, era que ela parecia mais doce. Parecia mais madura. Madura o suficiente para sorrir diante de cada tropeço. Ela era um doce, parecia que tinha sido criada “à medida”, cada ingrediente na medida certa. Para a fazer tão pura, tão doce, e tão vivida assim. Parecia que havia vivido seus maiores pesadelos, mas quem a julgava dizia que ela era feita de sonhos. Ela acreditava que era apenas um dom. Poucos esses que o conheciam. A menina foi crescendo, mergulhada em seus encantos, vivia cada dia como se tudo fosse um conto de fadas. Tranquila, porém, atenta. Sonhadora, porém, realista. Alegre, porém, vivida. Ah, essa pequena menina-mulher não é tão velha, não é tão nova. Seu único segredo era viver. (…) Era uma vez uma pequena menina-mulher que cresceu, continua crescendo, vive em sonhos, e que apesar de não conseguir adivinhar o futuro, acredita que de tanto sonhar, um dia tudo isso irá se tornar realidade.  

23/01/2012 @ 02:09
Não é desistir, é não suportar mais. Uma fase diferente, difícil. Não me importa, eu sinto que tenho que mudar completamente, tenho que mudar de lugar, de presença, de companhia, de gênio. Não sei se pensar que tudo e todos estão fora de si e contra mim é coisa da minha cabeça, se for não poderei fazer nada porque todo esse lamento psicoativo está conseguindo me persuadir; eram pessoas que eu amava, que, para mim, me amavam. Tola eu, pensando que amor e amizade se encontra em qualquerr esquina ou rua da cidade. Dois, três passos e milhões de falsidades. Lágrimas rolam, coração declama.  Logo eu quem achava tão incerto chorar, quem prendia o choro até os olhos e pupilas arderem, até sentir aperto nos pulmões, morder os lábios, não chorar, fingir que foi apenas um bocejo que faz os olhos lacrimejar, mal sabem todos eles que milhões de ardentes lágrimas queria brotar. Estou me sentindo enojada, como as pessoas podem ser assim? Talvez esteja eu até com medo delas, medo do que elas podem fazer comigo, com a minha saúde emocional. Nunca quis ser uma pessoa emotiva, sentimental, quisera eu sempre ser forte, admirável, sempre pensei que lágrimas denunciavam um grande sinal de fraqueza. Sou eu tão fraca então? Não é bom estar sozinha, nem mal acompanhada, é mais difícil ainda não ter nenhuma dessas opções. É ruim deixar um lugar, e ter saudades. Saudade de pessoas, que agora não é possível vê-las nem encontrar parte delas em alguém. Como pessoas podem ser completamente… tão diferentes? E, então, eu perdi o que já tive um dia. Posso dizer que não tenho nada, sinto-me como se não pudesse ser algo, como se não me deixassem ser o que tenho vontade, como se não pudesse mostrar os meus conceitos. 

Não é desistir, é não suportar mais. Uma fase diferente, difícil. Não me importa, eu sinto que tenho que mudar completamente, tenho que mudar de lugar, de presença, de companhia, de gênio. Não sei se pensar que tudo e todos estão fora de si e contra mim é coisa da minha cabeça, se for não poderei fazer nada porque todo esse lamento psicoativo está conseguindo me persuadir; eram pessoas que eu amava, que, para mim, me amavam. Tola eu, pensando que amor e amizade se encontra em qualquerr esquina ou rua da cidade. Dois, três passos e milhões de falsidades. Lágrimas rolam, coração declama.  Logo eu quem achava tão incerto chorar, quem prendia o choro até os olhos e pupilas arderem, até sentir aperto nos pulmões, morder os lábios, não chorar, fingir que foi apenas um bocejo que faz os olhos lacrimejar, mal sabem todos eles que milhões de ardentes lágrimas queria brotar. Estou me sentindo enojada, como as pessoas podem ser assim? Talvez esteja eu até com medo delas, medo do que elas podem fazer comigo, com a minha saúde emocional. Nunca quis ser uma pessoa emotiva, sentimental, quisera eu sempre ser forte, admirável, sempre pensei que lágrimas denunciavam um grande sinal de fraqueza. Sou eu tão fraca então? Não é bom estar sozinha, nem mal acompanhada, é mais difícil ainda não ter nenhuma dessas opções. É ruim deixar um lugar, e ter saudades. Saudade de pessoas, que agora não é possível vê-las nem encontrar parte delas em alguém. Como pessoas podem ser completamente… tão diferentes? E, então, eu perdi o que já tive um dia. Posso dizer que não tenho nada, sinto-me como se não pudesse ser algo, como se não me deixassem ser o que tenho vontade, como se não pudesse mostrar os meus conceitos. 

23/01/2012 @ 02:03
Gostaria  que soubesse que eu me senti traída. Agora, é tão difícil recordar as  dores, pois o passado as levou com ele. Mas ainda continua tudo em minha  memória. Pode ter passado, mas eu lembro de, exatamente, tudo. Eu  consigo recordar das dores, dos dias que eu era forçada a levantar da  cama e me sentir, desesperadamente, sem chão e dispersa. Aqueles  momentos de devaneio que só conseguia pensar na agonia. A sua voz em  minha mente era algo ensurdecedor. Seu rosto não tinha mais luminosidade  nem pureza, você só fazia parte, agora, do resto do mundo insano e  delinquente daí de fora. Você  fora tão hipócrita, que a minha análise agora é realmente cheia de  repulsas e repugnância.  Mas eu não conseguira controlar minhas  emoções (ou não-emoções). Sabe, foi tudo tão perfeito e tão pouco lúcido  que acabou ficando tolo. Você mentia, e eu acabei virando uma ou a  própria mentira. Aquilo, tudo, virou uma verdadeira hierarquia. Com  o tempo, eu posso te afirmar que formamos um tipo de jogo. Senti-me  fazendo as regras. Eu estava brincando com a suposta “farsa de emoções”,  e não sabia mais se estava ou não jogando sozinha. Mas, saiba que, foi  você quem começara. Me  senti usada, traída. Estava em uma relação indefinida. E, tudo que eu  fiz posteriormente, todos os conflitos emocionais que passamos não fora,  relativamente, por vingança. Não  é culpa minha você ter se sentido usado, traído. Mas, posso dizer que  foi destino, igualdade. Culpados de misturar aquela quase-pura-amizade  com aflições disfarçadas. Não foi ruim, não necessariamente. Mas mexeu  com os sentimentos, ou melhor, com a alma. E, então, depois de um tempo  perdi (perdemos) a sensibilidade, e se afastar fora a melhor opção. E  isso não doeu nem um pouco, pois no final de contas fora só um jogo, e  toda essa farsa que armamos conseguiu ser mútua.          

Gostaria que soubesse que eu me senti traída. Agora, é tão difícil recordar as dores, pois o passado as levou com ele. Mas ainda continua tudo em minha memória. Pode ter passado, mas eu lembro de, exatamente, tudo. Eu consigo recordar das dores, dos dias que eu era forçada a levantar da cama e me sentir, desesperadamente, sem chão e dispersa. Aqueles momentos de devaneio que só conseguia pensar na agonia. A sua voz em minha mente era algo ensurdecedor. Seu rosto não tinha mais luminosidade nem pureza, você só fazia parte, agora, do resto do mundo insano e delinquente daí de fora. Você fora tão hipócrita, que a minha análise agora é realmente cheia de repulsas e repugnância.  Mas eu não conseguira controlar minhas emoções (ou não-emoções). Sabe, foi tudo tão perfeito e tão pouco lúcido que acabou ficando tolo. Você mentia, e eu acabei virando uma ou a própria mentira. Aquilo, tudo, virou uma verdadeira hierarquia. Com o tempo, eu posso te afirmar que formamos um tipo de jogo. Senti-me fazendo as regras. Eu estava brincando com a suposta “farsa de emoções”, e não sabia mais se estava ou não jogando sozinha. Mas, saiba que, foi você quem começara. Me senti usada, traída. Estava em uma relação indefinida. E, tudo que eu fiz posteriormente, todos os conflitos emocionais que passamos não fora, relativamente, por vingança. Não é culpa minha você ter se sentido usado, traído. Mas, posso dizer que foi destino, igualdade. Culpados de misturar aquela quase-pura-amizade com aflições disfarçadas. Não foi ruim, não necessariamente. Mas mexeu com os sentimentos, ou melhor, com a alma. E, então, depois de um tempo perdi (perdemos) a sensibilidade, e se afastar fora a melhor opção. E isso não doeu nem um pouco, pois no final de contas fora só um jogo, e toda essa farsa que armamos conseguiu ser mútua.          

23/01/2012 @ 01:55

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