Hoje eu me cortei. Eu não sei porque eu fiz isso, mas eu me cortei, e  enquanto eu sentia aquilo doer e arder, eu lembrei de você, e fiquei  pensando como você se sente nisso tudo que estamos passando, sei que pra  você não deve ser tão importante, mas pra mim é. Quando começou a  escorrer o sangue, eu fiquei frágil, e fiquei trêmula, e pensei: “Porque  você não está aqui comigo?” “Por que você não está aqui pra me ajudar?” Eu  não queria saber a resposta, eu apenas me perguntei e apenas me cortei.  Sei que tem dores piores, só que quando parou de sangrar e eu fui lavar,  eu senti uma dor incontrolável, eu fiquei meio que sem chão, parecia  que eu tinha perdido alguém, eu não sei quem eu perdi, só que eu estava  sentindo isso, e não sabia o que fazer, pois você não estava ali para me  ajudar. Eu fico pensando muitas vezes o porque disso tudo, de muitos  sofrerem por amor, sendo que o amor é algo bom. E eu vi que muito sofrem  de amor porque são idiotas, e não sabem dar valor em quem realmente  precisa de valor. Cada gota de sangue que caiu eu senti como se fosse  alguém desprezando o amor e falando que ele não existe, eu senti você  ali comigo. Meu olho encheu de lágrima quando eu pensei em você, e só  mais uma vez eu pensei: “Por que você não estava lá comigo?”  Nina Castanho - 22-01-2011.

Hoje eu me cortei. Eu não sei porque eu fiz isso, mas eu me cortei, e enquanto eu sentia aquilo doer e arder, eu lembrei de você, e fiquei pensando como você se sente nisso tudo que estamos passando, sei que pra você não deve ser tão importante, mas pra mim é. Quando começou a escorrer o sangue, eu fiquei frágil, e fiquei trêmula, e pensei: “Porque você não está aqui comigo?” “Por que você não está aqui pra me ajudar?” Eu não queria saber a resposta, eu apenas me perguntei e apenas me cortei. Sei que tem dores piores, só que quando parou de sangrar e eu fui lavar, eu senti uma dor incontrolável, eu fiquei meio que sem chão, parecia que eu tinha perdido alguém, eu não sei quem eu perdi, só que eu estava sentindo isso, e não sabia o que fazer, pois você não estava ali para me ajudar. Eu fico pensando muitas vezes o porque disso tudo, de muitos sofrerem por amor, sendo que o amor é algo bom. E eu vi que muito sofrem de amor porque são idiotas, e não sabem dar valor em quem realmente precisa de valor. Cada gota de sangue que caiu eu senti como se fosse alguém desprezando o amor e falando que ele não existe, eu senti você ali comigo. Meu olho encheu de lágrima quando eu pensei em você, e só mais uma vez eu pensei: “Por que você não estava lá comigo?”  Nina Castanho - 22-01-2011.

26/01/2011 @ 09:18

Sarcasmo e ironia, as duas melhores armas contra a estupidez humana. - Chace Crawford

Sarcasmo e ironia, as duas melhores armas contra a estupidez humana. - Chace Crawford

25/01/2011 @ 11:38
0800fuckall:

“Deixa eu mimar você, adorar você agora, só agora. Porque um dia eu sei, vou ter que deixa-lo ir.”

0800fuckall:

“Deixa eu mimar você, adorar você agora, só agora. Porque um dia eu sei, vou ter que deixa-lo ir.”

25/01/2011 @ 11:30
Não esconda seus medos, ou tristezas e até fraquezas. Porque sempre vai  existir alguém que vai te levantar, te olhar nos olhos e dizer que  estará lá pra você, até o fim.           Nina Castanho

Não esconda seus medos, ou tristezas e até fraquezas. Porque sempre vai existir alguém que vai te levantar, te olhar nos olhos e dizer que estará lá pra você, até o fim.           Nina Castanho

24/01/2011 @ 06:27
Ame muito, cada vez mais, de modos  diferentes. Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro,  compre novos óculos, escreva outras poesias. Jogue os velhos relógios,  quebre delicadamente esses horrorosos despertadores. Abra conta em outro  banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros,  visite novos museus. Mude. Lembre-se de que a Vida é uma só. E pense  seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho  mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano. Se você não  encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo. E aproveite  para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.  Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente  outra vez. Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do  que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O mais importante é a  mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não  muda. Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o  qual a vida não vale a pena.     Clarice Lispector

Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes. Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias. Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores. Abra conta em outro banco. Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus. Mude. Lembre-se de que a Vida é uma só. E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano. Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as. Seja criativo. E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino. Experimente coisas novas. Troque novamente. Mude, de novo. Experimente outra vez. Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda. Repito por pura alegria de viver: a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena.     Clarice Lispector

24/01/2011 @ 05:42
 E que se foda o amor próprio. Você me disse e me  olhou de formas terríveis, mas o que sobrou colado em cada parte do dia e  de mim é a maneira como você sorri, levantando que nem criança o lábio  superior direito, e como eu gosto de você por isso e por tudo. E mesmo quando é ruim e sempre quando é incrível, ainda é muito e por um bom tempo.                    Tati Bernardi

E que se foda o amor próprio. Você me disse e me olhou de formas terríveis, mas o que sobrou colado em cada parte do dia e de mim é a maneira como você sorri, levantando que nem criança o lábio superior direito, e como eu gosto de você por isso e por tudo. E mesmo quando é ruim e sempre quando é incrível, ainda é muito e por um bom tempo.                    Tati Bernardi

16/01/2011 @ 04:59
Nunca fui popular. Não sou do tipo de ter um milhão de amigos. Nem  reais, nem virtuais. Não deixo de comer uma barra de chocolate porque  vou engordar. Passo pouca maquiagem e não fumo. Não bebo. Assisto  comédias românticas, e pode acreditar: sempre choro. Fico admirando os  casais na rua, e pensando se um dia vou ter um namorado que me ame, me  ame muito. Não preciso ficar com qualquer garoto, só para dizer que  “peguei geral”. Não me importo. Se eu disser que não me preocupo com o  que dizem de mim, vou mentir. Me preocupo. Me sinto mal quando falam de  mim, e eu só descubro depois. Não sou aquele tipo de garota que sempre  tem que estar com a unha pintada de vermelho, um brilhinho ja é o  bastante. Sou teimosa e egoísta. Odeio simpatia demais. Não sou  simpática, nunca fui, nem nunca vou ser. As pessoas tem que gostar de  mim pelo o que eu sou, e não pelo o que eu tentei ser um dia. Não  suporto horário eleitoral. Fico muito empolgada quando meu celular  vibra, e é uma mensagem, na hora penso que pode ser do meu admirador  secreto, ou de algum garoto super fofo que mandou pro número errado,  mas é uma mensagem da operadora, avisando que meus créditos estão acabando. Gosto de tudo que envolve morte. Mas morte  ficticia. Seja em livros ou filmes. Por falar em livros, amo ler. Imagino  mil e uma coisas quando leio, e me desligo do mundo. Imagino o rosto de  cada personagem, os lugares, tudo. As vezes queria poder inventar o meu  mundo: borboletas estariam nos jornais, ao invés de tragédias, não  desse tipo de morte, morte de verdade eu não gosto, mas não tenho medo de morrer. Meu mundo só teria  felicidade, amor, paz, pessoas bonitas e todos viveriam felizes para  sempre. Não haveria ciúmes, mentiras, inveja, e nada de ruim. Eu sei que  isso é só um sonho, uma utopia talvez, mas não há nada de mal em  sonhar. 
                                                      Nina Castanho.

Nunca fui popular. Não sou do tipo de ter um milhão de amigos. Nem reais, nem virtuais. Não deixo de comer uma barra de chocolate porque vou engordar. Passo pouca maquiagem e não fumo. Não bebo. Assisto comédias românticas, e pode acreditar: sempre choro. Fico admirando os casais na rua, e pensando se um dia vou ter um namorado que me ame, me ame muito. Não preciso ficar com qualquer garoto, só para dizer que “peguei geral”. Não me importo. Se eu disser que não me preocupo com o que dizem de mim, vou mentir. Me preocupo. Me sinto mal quando falam de mim, e eu só descubro depois. Não sou aquele tipo de garota que sempre tem que estar com a unha pintada de vermelho, um brilhinho ja é o bastante. Sou teimosa e egoísta. Odeio simpatia demais. Não sou simpática, nunca fui, nem nunca vou ser. As pessoas tem que gostar de mim pelo o que eu sou, e não pelo o que eu tentei ser um dia. Não suporto horário eleitoral. Fico muito empolgada quando meu celular vibra, e é uma mensagem, na hora penso que pode ser do meu admirador secreto, ou de algum garoto super fofo que mandou pro número errado, mas é uma mensagem da operadora, avisando que meus créditos estão acabando. Gosto de tudo que envolve morte. Mas morte ficticia. Seja em livros ou filmes. Por falar em livros, amo ler. Imagino mil e uma coisas quando leio, e me desligo do mundo. Imagino o rosto de cada personagem, os lugares, tudo. As vezes queria poder inventar o meu mundo: borboletas estariam nos jornais, ao invés de tragédias, não desse tipo de morte, morte de verdade eu não gosto, mas não tenho medo de morrer. Meu mundo só teria felicidade, amor, paz, pessoas bonitas e todos viveriam felizes para sempre. Não haveria ciúmes, mentiras, inveja, e nada de ruim. Eu sei que isso é só um sonho, uma utopia talvez, mas não há nada de mal em sonhar.

                                                      Nina Castanho.

14/01/2011 @ 07:13
Entre dez pessoas, nove podem estar afim de você… Mas garanto que você irá se apaixonar justo por aquela que não está.   Nina Castanho.

Entre dez pessoas, nove podem estar afim de você… Mas garanto que você irá se apaixonar justo por aquela que não está.   Nina Castanho.

4/01/2011 @ 01:37
Você vai se carregando de tantos medos, tantas frustrações, tantas cobranças, tantas coisas mal resolvidas, tantas angústias, tanto tédio, e quando você desaba no choro te chamam de mimada e dramática. Realmente eu quero mudar pra marte. 
   Nina Castanho.

Você vai se carregando de tantos medos, tantas frustrações, tantas cobranças, tantas coisas mal resolvidas, tantas angústias, tanto tédio, e quando você desaba no choro te chamam de mimada e dramática. Realmente eu quero mudar pra marte. 

   Nina Castanho.

4/01/2011 @ 01:33
Ele pode  não ser o melhor, o mais bonito, o mais rico, o mais popular… Mas eu o  amo mesmo assim, ele não é perfeito, ele é apenas ele. Com ele consigo  ser quem eu realmente sou, não mudar absolutamente nada, ele me entende,  ele me apoia sempre que preciso, me ouve quando ninguém mais ouve…  Ele pode não ser perfeito pra ele mesmo ou pras outras pessoas, mas só  por ele ser ele mesmo comigo já foi o bastante pra me apaixonar por ele.  Cada segundo da sinceridade da alma dele que transparece pra mim, é  como se nada mais importasse. É, acho que ele é tudo o que eu sempre  quis. Programado para mim.
                                           Nina Castanho.

Ele pode não ser o melhor, o mais bonito, o mais rico, o mais popular… Mas eu o amo mesmo assim, ele não é perfeito, ele é apenas ele. Com ele consigo ser quem eu realmente sou, não mudar absolutamente nada, ele me entende, ele me apoia sempre que preciso, me ouve quando ninguém mais ouve… Ele pode não ser perfeito pra ele mesmo ou pras outras pessoas, mas só por ele ser ele mesmo comigo já foi o bastante pra me apaixonar por ele. Cada segundo da sinceridade da alma dele que transparece pra mim, é como se nada mais importasse. É, acho que ele é tudo o que eu sempre quis. Programado para mim.

                                           Nina Castanho.

27/12/2010 @ 04:20

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